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Dica para colocar suas criticas de filmes no google

Depois de muitas perguntas como coloco meu site no google minhas criticas e minhas dicas de filme aparecer no buscador do google vou mostrar como aprendi a fazer isso.

Se você criar vários blogs diariamente e destacar o trabalho preciso, juntamente com sua paciência, será necessário aplicar técnicas para comentar os primeiros resultados positivos. Não será uma tarefa rápida e fácil, quanto mais você se dedicar, mais maus resultados obterá.

Posso dizer que não há milagres, sou baseado em estudos. Atrair um problema orgânico traumático é o mesmo que a dificuldade do tráfego. Pagar pela qualidade, sendo a negatividade como objetivo da consciência, permite a forma mais profunda possível de um evento importante e um destaque importante. Por seus anos competitivos.

Como fazer minha critica aparecer no Google

O que se pode encontrar aqui é que, na ausência de boas notícias, uso apenas as técnicas utilizadas e obtenho resultados para um melhor índice. Alguns deles podem parecer simples porque são muito claros e terminam lado a lado quando se aplicam técnicas ruins promissoras.

Para que estamos indo Antes de tudo, eu queria continuar e seguir algo que fiz tanto e posso garantir que obtenho muitos resultados. Se você me devolver, eu deveria dar uma olhada no que você está falando: Adwords! Claro!

Use anúncios patrocinados

Este tópico é discutido em outros artigos, existem várias abordagens para o uso do Adwords com o objetivo de aumentar o número de visitas a sites e blogs. Na forma de anúncios patrocinados, é bastante interessante que eu me encontre rapidamente e ofereça uma plataforma de anúncios direta que destaque uma campanha ou um blog de campanha sobre o que ela oferece, gerando mais interesse e tráfego. Recomendo procurar uma empresas com bom consultor SEO

Em termos práticos, você pode imaginar a seguinte situação:

O que você acha que atrairá tráfego ruim? Obviamente, o primeiro foi o investidor do anunciante. Além de escolher o Adwords, eu odeio vender você o máximo que posso.

Eu queria saber como colher os benefícios que o Adwords oferece ao seu blog, para confiar no conteúdo exclusivo encontrado aqui.

Para continuar verificando os motivos pelos quais você obterá por um longo período, desejo explicar rapidamente por que você tem mais chances de vê-lo quando escolhe usar o AdWords.

Você deve ter notado que, quando pesquisar uma pesquisa que não seja do Google, verá os primeiros resultados na barra lateral e ela aparecerá claramente no seu mecanismo de pesquisa. Eles são apenas um anúncio do Google AdWords que está sendo alterado. Assim, seu blog pode mostrar que alguém está procurando links para as palavras que você escolhe anunciar.

Talvez você pense ao contrário: James, o que você quer fazer com um blog e o que investir em publicidade, qual é a outra maneira de aparecer no Google? Posso responder de forma rápida e segura, para que haja um pouco mais de maneira de obter resultados. Ele tentará explicar de uma maneira simples para entender a falha e poder executar as aplicações técnicas. Agora, sobre otimização simplificada.

Otimize seu blog

Existem várias maneiras de otimizar dentro e entre profissionais do setor, bem como várias variantes, para que o Google não forneça uma cartilagem com requisitos e parâmetros de calibração detalhados que afetam os intervalos. A cada nova atualização executada pelo mecanismo de pesquisa, um novo requisito de calibração é adicionado à lista para descobrir e estudar.

Portanto, a criança pode aplicá-lo muito mal, assim como as más técnicas da comunidade quando eu sou SEO. Vamos aprender:

Star Wars l Cinco lições poderosas da saga para seus filhos

Todo mundo já sabe que Star Wars é para todas as idades. Afinal, a ficção científica é apenas um pano de fundo para a história onde a fantasia o humor e a aventura tomam conta do pedaço. Mas, no geral, as crianças apenas curtem os filmes e os personagens de forma superficial ou usam os produtos e brinquedos lançados.

O que talvez muitos pais não tenham pensado ainda é que, além de toda a diversão, existem diversos ensinamentos, filosofias e mensagens super bacanas que podem (e devem) ser transmitidas aos pequenos. Duvidam?

Então confiram essa lista de 5 itens da saga que cada família pode aplicar da forma que achar mais adequada aos seus próprios valores e crenças:

1 – A Força: a Força pode ser explicada de várias formas, desde um jeito mais científico até um mais religioso. A explicação sobre a Força em Star Wars é que ela seria uma espécie de campo energético onipresente, que permeia tudo que é vivo e move tudo no Universo, mantendo tudo como é.

Os Jedi/Sith seriam os seres que usam a Força com mais intensidade, uma habilidade que nem todos possuem nesse grau. Para as crianças essa é uma forma bacana de criar empoderamento, principalmente em situações de medo ou insegurança, onde ela se concentraria e “usaria a Força”. Assim, ela estaria mais confiante e protegida.

É uma boa técnica pra usar, por exemplo, após um pesadelo noturno, em provas esportivas ou escritas, onde a criança exerce seu poder de concentração para manter a calma.

 

Lado negro da Força: ensinar que sentir raiva, medo, entre outros sentimentos ruins, atrai o lado negro da força e que isso não é legal, porque traz tristeza e sofrimento. É uma boa forma de chamar a atenção dos filhos quando ele estiverem naquele momento “socorro, que bagunça é essa” no quarto, mostrando o “desequilíbrio” que isso traz ao ambiente (hehe).

Ou então que os acessos de raiva não vão levá-lo a lugar algum. Lembram das birras de Kylo Ren no Ep. VII? Adiantou alguma coisa? Não, né? Só ajudou a quebrar um painel da nave e espantar seus próprios guardas. =p

Lado iluminado da Força: os bons sentimentos como honestidade, amizade, companheirismo, altruísmo, etc., são valores importantes dos Jedi para os filhos. Quanto mais eles obedecerem, cumprirem com as próprias responsabilidades, serem gentis, educados e amigos, mais fortes e Jedi eles serão. Imaginem como eles se sentirão importantes com esse elogio!

 

2 – Consequência dos próprios atos – Anakin e suas más escolhas: Anakin, assim como Kylo Ren (tá no sangue!) fez escolhas bem ruins que o levaram ao lado negro da Força. Por mais que o vilão Darth Vader seja amado pelas crianças a história por trás do icônico personagem mostra que esse não era o verdadeiro caminho que ele deveria seguir.

Os vilões sempre “perdem” no final, então é legal mostrar o quanto é importante tomar cuidado com as escolhas que fazemos e principalmente os motivos que levam a essas escolhas. O papo pode ser mais ou menos complexo, dependendo da idade da criança, claro.

Um exemplo: Anakin era especialista em desobedecer seu mestre Obi Wan, principalmente no Episódio II, e já criou problemas por causa disso, colocando em risco inclusive a vida deles. Em um momento do Ep. II, Obi Wan pede que Anakin não vá atrás dele e ele desobedece, fazendo com que ambos fossem presos e também a pobre Padmé.

Uma outra ideia é criar histórias fictícias para os pequenos, em cima desse personagem tão “malcriado”. As crianças podem ouvir histórias de quando Anakin ainda era criança e pegou um sabre de luz pra brincar sem autorização e acabou quebrando um vaso super importante do Yoda, porque era da mãe dele (hihihi). =p

 

3- Aliança Rebelde – onde a rebeldia pode ser aplicada de forma saudável: a rebeldia tem um lado bom, desde que bem dosada. Lembram de como os pilotos rebeldes trabalham fortemente em equipe? No episódio IV e em Rogue One existem cenas lindas mostrando isso.

É ótimo para ser usado dentro de casa, em várias situações, até mesmo em “missões pra arrumar o quarto”, onde cada filho fica responsável por um “setor” especial. Na escola, se um amiguinho estiver precisando de ajuda, as crianças podem ser estimuladas a criarem uma “força-tarefa” para ajudá-lo.

Rebeldes não ficam de cabeça baixa. Crianças que sofrem algum tipo de injustiça ou situação de bullying não podem ficar sem fazer nada. Elas precisam acionar seus superiores: pais e professores e claro, jamais brigar com ninguém ou devolver na mesma moeda. Mais uma dica pra estimular o empoderamento nos pequenos e também defender os amigos na galáxia! =)

 

4- Tudo bem gostar de castelos, mas meninas também podem gostar de naves: aqui vamos entrar um pouco na questão do feminismo e também no sexismo que ainda existe de maneira muito forte na nossa cultura. Meninas podem gostar de castelos? Claro! Podem ser Princesas? Claro! Mas que o universo delas não seja forçado a ter somente isso.

Em Star Wars, por exemplo, temos mulheres pilotando naves rebeldes, uma aspirante a Jedi que pilota a Millenium Falcon e usa um sabre de luz e uma Princesa que vira Rebelde e depois General da Resistência. 😉

 

5 – Aprendizados do Yoda: acredite em si e tenha paciência: “Tamanho não importa. Olhe para mim, você me julga pelo tamanho?” – os maiores valores que Yoda pode ensinar para os pequenos são a confiança em si próprio e o otimismo no sentido de se acreditar que é possível.

Temos várias cenas no episódio V que mostram Yoda treinando Luke e mostrando a ele que o mais importante é ter auto-conhecimento, paciência, perseverança e acreditar em si próprio para se alcançar a evolução que se quer.

Outro valor bacana é quando Luke desconfia do poder de Yoda, por ele ser “pequeno e esquisito”, mas Yoda mostra todo seu poder e passa a lição de que não devemos julgar um livro pela capa. Isso para crianças é uma ótima ferramenta para conversar sobre preconceito e discriminação.

 

Luke: “Mas eu não acredito!”

         Yoda: “É por isso que você fracassa!”

Nem precisamos falar muita coisa sobre esse diálogo do episódio IV. Ele já diz tudo: precisamos criar nossos filhos para que eles acreditem em seus potenciais.

Que a Força esteja conosco!

Mulher-Maravilha: adoramos! Mas não é um filme para as crianças!

Vamos combinar: a gente já conhece muito bem os roteiros dos filmes de heróis. A sinopse é mais ou menos a mesma em 98% deles e não vou exemplificar aqui senão podem reclamar de spoiler. De qualquer forma, já sabemos mais ou menos a ordem dos fatos nessas histórias. Mas, se é mais do mesmo, porque então eu gostei tanto de Mulher-Maravilha?

Como uma criança dos anos 70/80, a Mulher-Maravilha era minha referência de Super-Heroína, e cresci com a série de TV. Adicionando o fato de eu ser aficcionada por mitologia grega desde sempre, eu sempre tive essa paixão pela Princesa das Amazonas. Confesso que nem tinha expectativas por um filme da MM porque não queria que estragassem minha personagem favorita. Nem acompanhei muito o processo de produção, achava a Gal Gadot muito magra. Mas aí chegou o hype. E com ele eu vi que escolheram minha origem favorita pra eternizar na primeira versão no cinema!

 

O filme mostra a toda a origem das Amazonas e porque elas foram parar em Themyscira. Filha da Rainha Hipólita (Connie Nielsen), Diana tem o desejo de treinar como as fortes guerreiras mesmo contra a vontade da mãe. Com determinação e curiosidade ela acaba driblando a Rainha e aprende tudo com a tia, Antíope, vivida pela atriz Robin Wright que, como todo mundo já disse, está MARAVILHOSA.

As cenas em Themyscira são incríveis, tudo o que eu sempre sonhei. Uma ilha cheia de cachoeiras, escondida dos homens, com uma arena onde as Amazonas treinam. Ver aquelas mulheres fortes (no sentido literal da palavra) me levou às lágrimas. A coreografia do treino e das Amazonas em batalha é uma coisa fora do normal, de uma plasticidade emocionante.

A pequena Diana cresce ouvindo histórias dos Deuses e quando já é uma jovem mulher vê um homem pela primeira vez, Steve Trevor (Chris Pine), que acaba cruzando o portal e encontra Themiscyra. A partir daí começa a construção da Mulher-Maravilha. O filme é muito claro ao colocar desde o início o

tom de origem e mostrando pouco a pouco as sensações de Diana. Ela começa sem saber quem é e vai descobrindo seu poder. É uma menina inocente que vivia em sua bolha e não sabia nada do mundo. Que conhece a humanidade e fica tocada. Que com suas características femininas resolve que vai ajudar as pessoas que sofrem.

O filme mostra essa evolução, que ocorre antes do ponto em que a vemos em Batman VS Superman, mostra um personagem mais complexo que as versões cinematográficas dos outros, uma mulher completa: forte e habilidosa sim, mas também ingênua, sensível, humilde, sem medo de aprender.

Achei o filme com um roteiro sólido, que não se perde, como outros filmes da DC, e com um visual MARA. Cenas icônicas, como a Mulher Maravilha segurando chumbo grosso com o escudo me fizeram ficar pulando na poltrona que nem uma doida.

Maaaaaas, não canso em insistir que não é um filme para crianças pequenas. Eu sei que tem Mulher-Maravilha em calcinhas e fraldas, mas a gente tem que ficar atenta com esse tipo de coisa. Mulher-Maravilha se passa na Primeira Guerra Mundial e ela vai para o front. Apesar de não ter sangue, tem violência contra seres-humanos, tem criança chorando em meio a tiros, e outras cenas típicas de guerras.

Abra o coração e vá ver Mulher-Maravilha com pipoca e lencinho nas mãos. Depois me conta.

Classificação: Não recomendado para crianças menos que 12 anos.

Classificação PAC MÃE: Concordamos com a Classificação oficial. Cenas fortes de guerra. Melhor deixar as crianças com menos de 12 anos em casa dessa vez!

A confusão de ser adulto e Empire Records

A primeira vez que assisti Empire Records foi quando ainda era criança. Passava na Record, depois Band, e ainda tinha o nome de Império dos Discos, em vez da terrível tradução do título que permanece até hoje, “Sexo, Rock e Confusão”. Naquela época eu adorava o fato de vários personagens existirem e terem sua parte do spotlight da história. Adorava o fato deles poderem colocar a música que quisessem pra tocar enquanto trabalhavam, de terem tanta variedade assim de sons, de serem todos amigos – ou inimigos – e da vida deles ter tanta coisa acontecendo. Naquela época, meu sonho era trabalhar numa loja de discos, porque eu tinha certeza que se isso acontecesse, eu teria um dia-a-dia tão interessante quanto o da personagem da Liv Tyler e da Renee Zellweger. 

Depois de uns anos, eu comecei a enxergar a complexidade de toda a história. Sabe, pra eles, aquilo tudo não era tão divertido assim: uma personagem era taxada de piranha só porque tinha uma vida sexual ativa, a outra tomava inibidor de fome porque achava que precisava emagrecer; o outro cara tinha um amor não correspondido pela colega de trabalho, e ainda tinha a Debra, que tinha tentado se matar um dia antes do que acontecia toda a história. O quão divertido pode ser isso?! vomo

 

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Hoje, aos meus 24 anos, eu consigo achar tudo isso e ainda ter a percepção de que Empire Records é uma mistura louca de toda a confusão de ser adulto. Eu ainda acredito que deve ser demais trabalhar numa loja de discos, e uma das minhas grandes vontades na vida é ter uma pra chamar de minha. Mas o que mais me sobressalta é como todo mundo ali, sem excessões, está bem confuso sobre sua própria vida.

O personagem que hoje eu sei porquê gosto tanto é o Lucas (Rory Cochrane). O Lucas é o personagem cuja a vida tá numa boa e ele só tem uma responsabilidade básica, que é fechar a loja com segurança. Aí então aparece um problema que ele tem certeza que consegue resolver. Não consegue. Aí ele acha que consegue resolver o problema maior ainda que causou… Mas não consegue. Não consegue, e admite sua fraqueza – e que naquele tempo inteiro, ele não sabia é de nada. E é quando ele finalmente admite que não sabe de nada, que ele recebe ajuda, e finalmente consegue resolver o tal problema. 

né nom?

Não sei vocês, mas isso me parece o mais perto do que é a confusão de ser adulto, de achar que consegue, mesmo sem conseguir, e finalmente entender que precisa de ajuda, sim. Que a gente não vira adulto e entende tudo o que precisa fazer. Tudo o que é certo, errado, e que na real, na real mesmo, não existe muito disso nas nossas escolhas. É mais o que é bom, o que é ruim, e o que é indiferente – e a gente, pouco a pouco, aprende um pouco como isso funciona. Só um pouco. Porque ser adulto é perceber que até nossos pais estão perdidassos nessa coisa louca chamada vida. 

Eu acho que Empire Records tem camadas tão complexas sobre o que é a vida, que depois de mais de 20 anos assistindo e reassistindo esse filme, eu não cheguei a conclusão de todas elas. Mas hoje, aos meus 24 anos, essa é a que mais se parece com a minha vida hoje. Com o quão confusa é a vida, e com o quão difícil é chegar à decisão mais coerente. 

Encerro essa reflexão falando: se você nunca assistiu, não deixa 2016 acabar sem ter visto. Esse filme tá aí, desde 1995, esperando pra que você o veja. Vai!

Black Mirror: A série mais tensa que você respeita

Eu demorei um tempão pra assistir essa terceira temporada de Black Mirror porque, na real, estava numa onda de preguiça extrema para acompanhar séries, filmes e qualquer outra coisa que exigisse muito tempo da minha atenção. Não foram tempos fáceis para quem sofre de ansiedade, mas as coisas melhoraram desde então e, nessas minhas férias, resolvi dedicar uma tarde inteira para assistir aos seis episódios do seriado. E o que eu tenho a dizer é: do caralho. 

Encerro meu post aqui, bjs. 

Aloka rs 

Eu resolvi me despir de qualquer compromisso anti-spoiler, e resolvi comentar episódio por episódio com as minhas impressões sobre. Se você não entendeu, aviso: CONTÉM MUITOS SPOILERS.

 

EPISÓDIO 1: NOSEDIVE

Nosedive é o episódio que eu mais curti e mais odiei ao mesmo tempo. Eu amei porque a estética e a narrativa foram impecáveis, na minha opinião. Eu amo a personagem da Bryce Dallas Howard, da trajetória dela durante o episódio e como ela termina no final. O que eu odeio nesse episódio é o quanto ele é parecido com a nossa realidade, só que, claro, num nível muito exacerbado de como curtidas tem importância no mundo real. Ele parece muito longe do que vivemos, mas, falando sério, o quão longe realmente é? 

Minha parte favorita é quando ela se liberta e fala todas as merdas e palavrões que tem vontade, dando um foda-se para sua pontuação que vai lá pro ralo. Diva rs

 

EPISÓDIO 2: PLAYTEST

Eu adoro um bom filme de terror – ruins também -, então esse episódio veio muito bem. Eu simplesmente AMEI, e posso dizer que foi meu favorito. Os plot twists que tem nele me deixaram boquiaberta, e apesar de não achar que tem tanta reflexão assim embutida, eu adorei e fiquei com um baita medo de imaginar um futuro com jogos de realidade virtual tão reais. rs

EPISÓDIO 3: SHUT UP AND DANCE

Esse não é um episódio feito pra dar medo, mas me deixou de cabelos em pé. Toda a questão de ameaças de revelar segredos horríveis e a pessoa ficar à mercê de alguém parece muito tenebroso pra mim, mas o final me fez ficar extremamente pensativa e me questionar o quão vilão e mocinho cada um desse episódio realmente era. E o quão tênue é essa linha na vida real, ainda que num nível bem menos agressivo. É aquele lance de que toda história tem dois lados. E aquele lance também de fazer justiça com as próprias mãos. O quão justo ou injusto isso pode ser?

 

EPISÓDIO 4: SAN JUNIPERO

O famigerado episódio San Junipero, aquele que fez a cabeça de todo mundo e foi muito falado nas redes sociais… Foi ele mesmo que no começo achei chato pacaraio. Eu não curti a Yorkie (Mackenzie Davis), só a Kelly (Gugu Mbatha-Raw) apesar de achar mega clichêzona, e já estava cogitando a idéia de passar pro próximo episódio quando, boom, o primeiro plot twist acontece. Quando Yorkie começa a mudar as décadas para encontrar Kelly na mesma cidade, o episódio finalmente me ganhou e foi só aí que deu pra entender a tecnologia que fazia ser um episódio de Black Mirror e não de uma série qualquer. O segundo plot twist foi demais também, melhor até que o primeiro, e apesar do final ser previsível, foi merecido. Não tem como terminar o episódio sem amar as duas. <3

 

EPISÓDIO 5: MEN AGAINST FIRE

Foi o que achei mais chato na maior parte do tempo, mas valeu demais pela cena final. Infelizmente tem que assistir inteiro pra conseguir entender e ter a reação de “wtf” com o plot twist. Se não fosse isso, eu podia garantir que os 45 primeiros minutos eram descartáveis. rs

 

 

EPISÓDIO 6: HATED IN THE NATION

Eu adoro um bom crime, então esse é outro episódio que caiu como uma luva. Ódio e linchamento online também são questões muito presentes nos dias de hoje e que me fazem me questionar o quão justo pode ser qualquer um dos dois. Ainda não cheguei à uma conclusão. 

A primeiro momento achei que o caso seria solucionado de uma forma previsível, mas graças aos bons roteiristas do seriado, eu me enganei. Mesmo achando o lance das abelhas eletrônicas pífio, eu adorei o desenrolar da trama, e ver a Kelly Macdonald atuando, depois de vê-la só uma vez há anos, em Trainspotting, foi um prazer. 

 

VEREDICTO

Melhor episódio: Nosedive

Pior episódio: Men Against Fire

Episódio mais fofo: San Junipero

Meu episódio preferido because of reasons: Playtest

E vocês? O que acharam da terceira temporada de Black Mirror? Qual foi seu preferido? Me conta! 

Desventuras em Série: O que eu achei

Hoje vim aqui falar pra vocês sobre Desventuras em Série, uma série que conta sobre uma série de desventuras de três personagens bem singulares e um vilão bem abobalhado (e mau, do jeitão dele).
Essa série é baseada nos livros de Lemony Snicket (pseudônimo de Daniel Handler) e no filme lançado em 2004 e conta uma história nada feliz de três crianças que passam perrengues danados durante a série inteira. Inclusive, achei que o mais interessante de tudo foi que a Netflix fez uma campanha contrária à série, avisando, desde sempre, que ela não continha cenas felizes e que é somente desgraça a parada toda.

Acredito que tenha dado tão certo, porque temos o costume esperar um final feliz e assistimos cada segundo na expectativa de que algo bom aconteça. Vou contar pra vocês que me pregaram muitas peças durante as cenas, achava que a hora boa ia chegar. Não chegava.

Gostei muito da forma com que a história é levada: temos um narrador!!! Eu adoro isso, foge do padrão! Durante toda a história, alguém (no caso, o autor, interpretado por Patrick Warburton) vai dando deixas e ligando informações pra que a história siga a diante.

Os personagens parecem ter sido construídos de forma bastante cuidadosa, também. Temos a Violet, que é uma garota de 14 anos com uma inteligência incrível que consegue fazer a nova estátua da liberdade com uma meia e um pó de café, se quiser; O Klaus, irmão do meio, que devora livros e por isso tem sempre informação necessária guardada na cachola (o que ajuda muito a Violet a completar os pensamentos e criar as invenções); E temos a Sunny, um bebê bem fofinho, que faz apenas resmungos durante a série inteira, mas é traduzida com frases, muitas vezes, complexas, o que traz um certo humor nas cenas mais sombrias.

 

 

Além dos três, temos o vilão da porra toda: Conde Olaf. No filme ele é interpretado pelo Jim Carrey, mas aqui é interpretado pelo Neil Patrick Harris, que traz um personagem ainda mais sombrio e maléfico do que o do filme.

A trama gira em torno da busca de novos tutores para os três irmão depois que, supostamente, os pais morreram num incêndio. O Conde Olaf tenta, de todas as formas, conseguir a guarda das crianças pra colocar as mãos na grana, mas é um personagem bem burrão e que só faz as famigeradas cagadas, além de ser extremamente egocêntrico. As crianças passam por uma série de tentativas de encontrar alguém para cuidá-las, mas o Conde acaba com todas as tentativas e faz uma zona na história toda. E a história, apesar de sombria e sem momentos felizes, consegue trazer um Q bem característico de humor, o que deixa leve a sequência pesada de desgraças.

Comparando o filme com a série, achei os dois bem válidos, uma adaptação muito bacana (não li os livros, me julguem). Mas achei o cenário da série mais legal. Talvez pela liberdade de tempo, eles tenham podido explorar mais objetos de cena e etc. Os figurinos, a maquiagem, toda a fotografia traz à tona o clima da triste história. Como se algo fosse colorido, mas já estivesse apagado. Achei muito legal a forma com que todo o visual passa o drama com uma pitada de humor.

Enfim, assisti a série em 3 dias (os episódios tem por volta de 40 minutos e a primeira temporada tem 08 episódios, no total) e fiquei realmente sem reação quando percebi que tinha acabado. Não sei se pela sensação de que algo bom realmente poderia acontecer e ainda não havia acontecido, ou se porque a história te prende pela beleza e cuidado da fotografia, como eu já contei pra vocês.

Eu adorei a série e se você gosta de filmes, séries e histórias “não tão pé no chão”, e de algo mais teatral, acho que deveria se entregar à Desventuras em Série. Ela é, de certa forma, mágica e eu acho mesmo que vale a pena pra quem tem esse gosto mais peculiar pra filmes e séries.

E aí, vocês já assistiram? Me contem o que vocês acharam e me dêem mais dicas de o que assistir agora que meus dias ficaram mais vazios sem as Desventuras.

Um beijo, dears.

Dove lança filme mostrando a percepções que os outros e as mulheres têm delas mesmas

Em sua campanha para promover a verdadeira beleza natural de cada mulher, a Dove produziu um documentário. No vídeo, o artista forense faz dois retratos falados: um com a percepção que as mulheres têm de si e outro com a percepção que as outras pessoas têm delas, o resultado é incrível, e a emoção delas ao perceberem como são críticas consigo mesmas também. Veja abaixo o documentário todo:

Fonte:

Corrida Maluca é de Peugeot para promover seu novo carro

Para promover o novo Peugeot 208 a montadora, em pareceria com a agência Y&R, lançou uma superprodução que utiliza os personagens do desenho mais famoso da Hanna-Barbera: a Corrida Maluca.

No comercial, o carro acaba entrando no meio da Corrida Maluca e passando por diversos desafios trazidos pelos personagens enquanto demonstra os atributos do carro, como o teto solar, a troca de marcha pelo volante e sua estabilidade. A campanha está de acordo também com a assinatura do modelo “Dentro dele é outro mundo”.

Gostou
França Exibe “As Aventuras de Pi” com Botes ao Invés de Poltronas

“As Aventuras de Pi” é um filme baseado no livro “Life of Pi” de Yann Martel e dirigido pelo diretor Ang Lee e conta a história de um garoto indiano que sofre um acidente de navio com sua família quando eles se mudavam da Índia para o Canadá. Ele e alguns animais do zoológico de seu pai são os únicos sobreviventes e ele é obrigado a dividir o bote salva-vidas com esses animais selvagens, inclusive um tigre-de-bengala chamado Richard Parker.

Visando trazer mais realismo ao filme para os espectadores, a agência Ubi Bene criou quatro sessões especiais na Piscine Pailleron, na França. Foram colocados 26 botes salva-vidas na piscina e os espectadores recebiam, ainda, um colete salva-vidas. A exibição do filme foi em 3D numa tela de 15m x 8m, nem tão grande, porém, a grande sacada da ação é a incrível cenografia desenvolvida pela agência que realmente faz com que o espectador se sinta dentro do filme, numa experiência única e inesquecível. Veja abaixo o vídeo case:

Livro Porcelana
Hey, guys!
Esse ano eu tive o prazer de manter a parceria com a autora Géssica Marques, e o melhor, a edição fisica de Porcelana será lançada em breve! O livro vai sair pela Young Editorial e já está disponível em pré-venda na loja da editora. Para quem ainda não conhece, segue as informações sobre o livro, assim como o link para adquiri-lo.

Dimensões: 16×23
Páginas: 220
Categoria: Ficção/ Hot + 18
ISBN: 978-85-5695-027-7
Preço: R$ 29,99
Sinopse: Nos corações dos habitantes de Centralia, vivem superstições que só poderiam existir em seus mais profundos pesadelos, ou na sombria floresta que cerca toda a cidade, um fato em que todos temem acreditar. Com a proximidade do Rubrum Luna, a cidade fica agitada com seus novos visitantes, que além de turistas, podem acabar fazendo parte do banquete principal. Com planos de assumir seu tão desejado lugar junto a corte dos vampiros, Violet Demons se depara com seu tenebroso passado, fazendo com que suas habilidades mais sombrias e poderosas venham tomar parte de sua personalidade. Morte e luxúria não são suficientes para descrever os desejos de Violet.

“Violet é uma personagem sexy, envolvente, forte e determinada. Tem tudo o que quer na palma da mão e não se deixa abalar por nada, ou pelo menos era o que ela pensava. Com uma brusca reviravolta na vida da personagem, a autora Géssica Marques nos mergulha em um mundo com seres místicos brigando pela dominação do nosso mundo. A única certeza que você terá lendo “Porcelana” é que a obra lhe fará soltar diversos suspiros de alegria, medo e de… Prazer.” – Tabatha Cuzziol, Blog e Canal Floretizas

“Um romance gótico de tirar o fôlego. A escrita da Géssica é simplesmente viciante, nunca vi ninguém escrever tão bem cenas quentes e olha, isso é o que não falta em Porcelana. Violet Demons é uma vampira sexy, dona de si e que impressiona o leitor por seu lado feminista, afinal, ela quer provar o seu valor para a corte vampírica de todo jeito. A mulher é uma protagonista sensacional! Estou apaixonada pelo enredo criado pela autora. É maravilhosamente sensual, único e arrebatador.” – Kate Willians, autora dos livros Distopia, A fada madrinha, Hunter e Debaixo das minhas asas. 

“Porcelana é uma mistura perigosa entre o mito do vampiro e a contemporaneidade. É cálido, sexy e envolvente.” – Michelle Pereira autora do livro Guardião do Medo.

Bem, é isso pessoal. Aguardem por Porcelana, pois essa história merece ser admirada! Beeeeijos!