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Mulher-Maravilha: adoramos! Mas não é um filme para as crianças!

Vamos combinar: a gente já conhece muito bem os roteiros dos filmes de heróis. A sinopse é mais ou menos a mesma em 98% deles e não vou exemplificar aqui senão podem reclamar de spoiler. De qualquer forma, já sabemos mais ou menos a ordem dos fatos nessas histórias. Mas, se é mais do mesmo, porque então eu gostei tanto de Mulher-Maravilha?

Como uma criança dos anos 70/80, a Mulher-Maravilha era minha referência de Super-Heroína, e cresci com a série de TV. Adicionando o fato de eu ser aficcionada por mitologia grega desde sempre, eu sempre tive essa paixão pela Princesa das Amazonas. Confesso que nem tinha expectativas por um filme da MM porque não queria que estragassem minha personagem favorita. Nem acompanhei muito o processo de produção, achava a Gal Gadot muito magra. Mas aí chegou o hype. E com ele eu vi que escolheram minha origem favorita pra eternizar na primeira versão no cinema!

 

O filme mostra a toda a origem das Amazonas e porque elas foram parar em Themyscira. Filha da Rainha Hipólita (Connie Nielsen), Diana tem o desejo de treinar como as fortes guerreiras mesmo contra a vontade da mãe. Com determinação e curiosidade ela acaba driblando a Rainha e aprende tudo com a tia, Antíope, vivida pela atriz Robin Wright que, como todo mundo já disse, está MARAVILHOSA.

As cenas em Themyscira são incríveis, tudo o que eu sempre sonhei. Uma ilha cheia de cachoeiras, escondida dos homens, com uma arena onde as Amazonas treinam. Ver aquelas mulheres fortes (no sentido literal da palavra) me levou às lágrimas. A coreografia do treino e das Amazonas em batalha é uma coisa fora do normal, de uma plasticidade emocionante.

A pequena Diana cresce ouvindo histórias dos Deuses e quando já é uma jovem mulher vê um homem pela primeira vez, Steve Trevor (Chris Pine), que acaba cruzando o portal e encontra Themiscyra. A partir daí começa a construção da Mulher-Maravilha. O filme é muito claro ao colocar desde o início o

tom de origem e mostrando pouco a pouco as sensações de Diana. Ela começa sem saber quem é e vai descobrindo seu poder. É uma menina inocente que vivia em sua bolha e não sabia nada do mundo. Que conhece a humanidade e fica tocada. Que com suas características femininas resolve que vai ajudar as pessoas que sofrem.

O filme mostra essa evolução, que ocorre antes do ponto em que a vemos em Batman VS Superman, mostra um personagem mais complexo que as versões cinematográficas dos outros, uma mulher completa: forte e habilidosa sim, mas também ingênua, sensível, humilde, sem medo de aprender.

Achei o filme com um roteiro sólido, que não se perde, como outros filmes da DC, e com um visual MARA. Cenas icônicas, como a Mulher Maravilha segurando chumbo grosso com o escudo me fizeram ficar pulando na poltrona que nem uma doida.

Maaaaaas, não canso em insistir que não é um filme para crianças pequenas. Eu sei que tem Mulher-Maravilha em calcinhas e fraldas, mas a gente tem que ficar atenta com esse tipo de coisa. Mulher-Maravilha se passa na Primeira Guerra Mundial e ela vai para o front. Apesar de não ter sangue, tem violência contra seres-humanos, tem criança chorando em meio a tiros, e outras cenas típicas de guerras.

Abra o coração e vá ver Mulher-Maravilha com pipoca e lencinho nas mãos. Depois me conta.

Classificação: Não recomendado para crianças menos que 12 anos.

Classificação PAC MÃE: Concordamos com a Classificação oficial. Cenas fortes de guerra. Melhor deixar as crianças com menos de 12 anos em casa dessa vez!

Crítica do Filme TALVEZ UMA HISTÓRIA DE AMOR – Avaliação

A maioria dos fãs repugnantes antecipam energicamente uma estreia da classe nos cinemas e se animam com títulos que parecem enervantes, horríveis e cheios de impactos. Genética, o primeiro componente do chefe Ari Aster, é uma coisa alarmante, mas se abstém do costumeiro.

Com Toni Collette no elenco, o filme persegue a família Graham, que após o falecimento da matrona, começa a sofrer com terríveis acidentes e começa a encontrar insights privilegiados perpetuamente enervantes sobre seus progenitores. Quanto mais eles encontram sobre o passado, mais eles se esforçam para se desfazer do destino horrível e desanimado que adquiriram. Confie em mim, o título do filme é em certeza uma divulgação extraordinária sobre a história.

Segurando-se rapidamente na “nova ganância”, isto é, na pessoa que se abstém de cair no óbvio, o filme equivale a filmes como The Witch, Run! O que é mais, um lugar tranqüilo, que descobrir como congelar sem falar para pânicos definitivamente conhecidos, normal para tais filmes e deixando o observador inquieto com tiros simples, mas eficazes.

Aster gerencia a cultura religiosa reconhecível, Aster descobre como incorporar pequenas reviravoltas ao longo do enredo, fazendo com que os choques do filme sejam descobertos no minuto correto para alterar o curso da história. É o ponto em que ele prevalece no que diz respeito a atrair a concentração para o filho mais velho da família, Peter (Alex Wolff), que, apesar da remoção a princípio, se transforma em um personagem crítico para o resultado da trama.

Apesar de pequenas imperfeições, o conteúdo da Hereditariedade, da mesma forma composto por Aster, é preciso quando descobre o que veio. Seguindo a possibilidade deste novo tipo feito para o medo, o elemento tem uma corrida menos extraordinária, reservando uma pequena oportunidade para descobrir suas armadilhas e capturar o observador. Isto, combinado com o desejo do mais surgido ou efetivamente recebido com o medo convencional, pode produzir uma fadiga específica e torná-lo diante do olho a olho longo como um “filme de sangue e vísceras”. Em qualquer caso, a última demonstração garante o ajuste para qualquer descontentamento que surja em meio à trama, esclarecendo e amarrando cada uma das pontas intencionalmente deixadas em seu percurso.

Collette mostra sua flexibilidade imaculadamente. Sobre a chance de você dar uma olhada em sua filmografia, a artista performática já experimentou comédias como Little Miss Sunshine e a francesa Madame em andamento, mas também denotou sua profissão como Lynn Sear, a mãe de Cole em The Sixth Sense, um destaque entre os filmes mais vitais para a classe. Em Hereditária, novamente com medo, ela vive Annie com responsabilidade agregada e descobre como se mover como uma mãe frenética pelas vidas dos jovens. Como ela, a jovem personagem Milly Shapiro na tela faz sua apresentação nos cinemas e não desilude. Como quase um herói, o jovem de 15 anos interpreta um personagem encantador de extrema importância para o filme.

De fato, mesmo com uma questão efetivamente tendida, os interesses executivos com os outros dão uma olhada no assunto. Com referências claras de Rosemary’s Baby e The Exorcist, incríveis obras de arte assustadoras, o filme permanecerá como verdadeiramente notável de seu tipo, particularmente por seu método de contar uma história aterrorizante. Genetic vem demonstrar que tonificá-lo para baixo seria o melhor e que não é necessário exigir uma luz estridente ou executores sequenciais para perturbar adequadamente.

Crítica do Filme HEREDITÁRIO – Avaliação

A maioria dos fãs temerosos antecipam ansiosamente a estreia da classe nos cinemas e se animam com títulos que parecem assustadores, perversos e cheios de impactos. Inato, o primeiro componente do executivo Ari Aster, é uma coisa surpreendente, mas se livra do costume.

Com Toni Collette no elenco, o filme persegue a família Graham, que após o falecimento da matrona, começa a suportar com horrendos contratempos e começa a encontrar insights privilegiados sempre enervantes sobre seus precursores. Quanto mais eles encontram sobre o passado, mais eles tentam se livrar do destino terrível e conturbado que adquiriram. Confie em mim, o título do filme é na verdade uma revelação incrível sobre a história.

Aderindo ao “novo horror”, isto é, a pessoa que se abstém de cair no auto-evidente, o filme é equivalente a filmes como The Witch, Run! também, A Quiet Place, que descobre como congelar sem falar com pânicos definitivamente conhecidos, normais para tais filmes, além de deixar o observador inquieto com fotos simples e produtivas.

Aster gerencia a cultura religiosa reconhecível, Aster descobre como inserir pequenos contornos de trama por todo o enredo, fazendo com que as maravilhas do filme sejam descobertas no minuto correto para alterar o curso da história. É o ponto em que ele prevalece no que diz respeito a atrair a concentração para o filho mais velho da família, Peter (Alex Wolff), que, apesar da separação a princípio, se transforma em um caráter imperativo para o resultado da trama.

Apesar de pequenas imperfeições, o conteúdo da Hereditariedade, adicionalmente composto por Aster, é exato quando descobre ao que veio. Seguindo a possibilidade deste novo tipo feito por medo, o componente tem uma corrida menos excepcional, reservando uma pequena oportunidade para descobrir suas armadilhas e capturar o observador. Isto, combinado com o desejo pelo mais apressado ou recebido oficialmente com o temor costumeiro, pode produzir um cansaço específico e torná-lo antes de muito próximo e pessoal como um “sangue e sangue”. Em qualquer caso, a última demonstração garante o ajuste para qualquer descontentamento que surja em meio à trama, esclarecendo e amarrando cada uma das pontas intencionalmente deixadas em seu percurso.

Collette exibe sua flexibilidade sem falhas. No caso de você dar uma olhada em sua filmografia, a personagem na tela tem experimentado comédias como Little Miss Sunshine e o francês Madame em andamento, mas também denotou sua vocação como Lynn Sear, a mãe de Cole em The Sixth Sense, um destaque entre os filmes mais imperativos para a classe. Em Hereditária, mais uma vez em pavor, ela vive Annie com dever agregado e descobre como se mover como uma mãe urgente para as vidas dos jovens. Como ela, a jovem personagem Milly Shapiro faz sua apresentação nos cinemas e não se frustra. Como quase um herói, o jovem de 15 anos interpreta um personagem magnético de extrema importância para o filme.

De fato, mesmo com uma questão oficialmente cuidada, o chefe cativa com outra pessoa para dar uma olhada no assunto. Com referências claras de Rosemary’s Baby e The Exorcist, incríveis obras de arte de horror, o filme permanecerá como verdadeiramente notável de seu tipo, particularmente por seu método de contar uma história surpreendente. Herdado vem demonstrar que seria melhor enfraquecê-lo e que não é necessário exigir uma luz bruxuleante ou executores sequenciais para irritar de maneira viável.

Crítica do Filme OS INCRÍVEIS 2 – Avaliação

Além disso, a Vespa é uma extraordinária paródia, supera o filme primário e mesmo sem o apelo e estilo dos Guardiões da Galáxia ou Thor: Ragnarok, descobre como ser um filme incrível para dar sidaas com super-heróis. O executivo Peyton Reed apoiou tudo para o principal homem inseto, por exemplo, humor e atividade inventiva. Também que a Vespa provoca uma medida considerável para tornar este filme algo extremamente divertido.

Por uma questão de primeira importância, não espere que o filme prossiga com o enredo de Vingadores: Guerra Infinita, depois de todo o tempo antes de Thanos estalar os dedos e matar metade do universo. É tudo menos um spoiler, já que é no resumo autêntico da Marvel, que demonstra o que ocorreu com Scott Lang (Paul Rudd) após a Guerra Civil, com a lenda sob a captura da casa na esteira de ajudar o Capitão América e seus companheiros na Alemanha.

Em qualquer caso, isso não significa que o filme ignora o que ocorreu no universo dos filmes da Marvel, afinal a cena principal dos pós-créditos alcança as revelações dos Vingadores 4. Pense nessa última cena como o que encabeça uma coisa boa depois de um decente sessão de experiência e cachos de snickers.

Da mesma forma que o homem inseto primário subterrâneo, que é aparentemente o filme MCU mais leve na medida do enredo e tom, o spin-off mantém essa força e agarra a louca vez das forças de Scott e faz isso enquanto ainda faz atividades incríveis cenas, constantemente brilhantes. O erro está no domínio quântico, a minúscula medida eletiva em que Janet van Dyne (Michelle Pfeiffer) foi evidentemente pega há muito tempo. O filme investiga quase nada desse lugar e, depois do doutor Strange, a cena subatômica pareceu um tanto tediosa, por mais prazerosa que fosse.

Curiosamente, tanto Ant-Man e Vespa têm um significado semelhante no filme, Hope dá qualidade e apelo ao filme, uma vez que a necessidade de salvar sua mãe perdida dá à história um peso entusiástico extremamente próximo de casa e garante inúmeros recursos para a Evangeline Lilly. , que ainda tem incríveis batalhas e trocas.

Claro, Michael Pena está incluído mais uma vez, no entanto, é o pequeno Abby Ryder Fortson que assume a cena, mesmo como Cassie. Seu charme e associação com Scott superam os espectadores, nada mais simplesmente mede seu fascínio. É fascinante que até mesmo Randall Park possa brilhar no ingrato trabalho do especialista do FBI Jimmy Woo, que parece quase nada, apesar de rir de cada espírito.

Enquanto a vida baixa de Ghost é fascinante e pode ser um rival incrível, seu trabalho acaba sendo extremamente superficial durante todo o filme, apesar do fato de que ela definitivamente não é uma grande traidora nas histórias de filmes da Marvel, que agora é algo para ser grato por si mesmo. O equivalente vale para Walton Goggins como Sonny Burch, um criminoso que aparece de forma confiável na época em que as lendas vão cuidar de seus problemas. O artista performático é magnético e seu caráter cria interesse, mas a maneira como ele aparece, mesmo nas condições menos favoráveis, é um componente de conteúdo míope e dispensável. Felizmente, de qualquer forma, o personagem na tela faz grandes risadas quando está em cena.

É fascinante ver os dois scalawags novamente em cena em filmes futuros, no entanto, eles precisariam aparecer em mais profundidade e menos como envolvimentos convincentes do conteúdo.

A certeza é: Homem-Formiga E A Vespa percebe como influenciar uma risadinha e, além disso, investigar incríveis cenas imaginativas de atividade em sua trama, e ao longo destas linhas merece uma considerável medida de aclamação. O componente não traz nada novo de verdade, mas é ótimo ver algo leve depois da Guerra Infinita. Wonder Cinematic Universe indica por e em que ele percebe como alternar entre os tipos e tons, sem perder sua personalidade, uma equação de vitória para a Marvel Studios ao longo desses 10 anos de rua.

Crítica do Filme OITO MULHERES E UM SEGREDO – Avaliação

Desde a declaração da estréia de Oito Mulheres e o Segredo, uma medida considerável foi dita em relação aos desejos que girariam em torno de uma moda absolutamente longa, com incríveis personagens na tela e esse assunto, mesmo adágio, seria visto de uma forma muito visão surpreendente, já que a possibilidade de um desligamento de Onze Homens e Um Segredo após 17 anos de sua alta é, de certo modo, atraente.

(Sandra Bullock) partiu para pegar uma joia da marca Cartier de US $ 150 milhões, em meio a uma ocasião espalhafatosa que une enormes estrelas de Hollywood. Entre os malfeitores estão Lou (Cate Blanchett), Rosa (Helena Bonham Carter), Nine Ball (Rihanna), Tammy (Sarah Paulson), Constança (Awkwafina), Amita (Mindy Kaling) e Daphne Kluger (Anne Hathaway).

Debbie é simplesmente a beneficiária do erro. Danny Ocean, personagem de George Clooney em Onze Homens e O Segredo. Ela está familiarizada com a gente fora da prisão, na sequência de ter cometido uma ofensa legal. Além do mais, obviamente, Debbie não se senta na próxima rodada. Além disso, essa é a maneira pela qual sua jornada para os melhores investigadores do delito começa.

Independentemente de ser feito para ser leve e divertido, o filme não escapa, uma vez que a demonstração principal produz o embotamento. Seguindo uma linha similar da primeira, todo o arranjo é contatado de uma forma, o que leva a Oito Mulheres e o Segredo a chance de acabar excepcional e distinta na possibilidade de mudar a organização da história e transmitir uma estranheza à autoridade de o estabelecimento. Não é de forma alguma que o empreendimento de enredo e vento impressiona tanto quanto deveria.

Uma derrota digna de nota é que o filme não mergulha fundo em exibir melhor quem são os indivíduos da reunião. Isso torna o filme um pouco superficial e desconsidera a comunicação do espectador com os personagens, algo que seria perfeito, dado o peso que é uma parte da tarefa e como ela funciona. Seja como for, apesar de conhecer a administração de Debbie na reunião, há certo interesse em entender o que cada uma das outras senhoras entrará na surpreendente emboscada.

Todas as coisas são iguais, o filme tem seus hits. O ataque está persuadindo, deixando um estado de espírito de tensão no observador para saber se tudo vai dar certo. Com cenas perfeitas e envolventes do Met Gala, é estranho não conseguir uma risada decente com os bandidos, colocando suas capacidades em treinamento para obter a gema. Da mesma forma, vendo a promessa de Debbie para o acordo, além de um toque de retribuição em seu ex, Claude Becker (Richard Armitage), tornar as coisas um pouco mais fascinantes.

Oito mulheres e um segredo é exclusivamente e apenas em torno de um ataque. Na verdade, mesmo com um pensamento inteligente de reunir um encontro apinhado de mulheres no meio de desenvolvimentos como o Times Up e o #MeToo, para a maior parte dos artistas que estão associados à razão, por exemplo, Blanchett e Hathaway. Nessa linha, o elemento não explora o minuto e trágicamente perde a oportunidade de emergir como destaque entre outras comédias do ano.

Crítica do Filme TULLY – Avaliação

No momento em que os estudiosos juno e jovens adultos, Diablo Cody – vencedor do Oscar de Melhor Escritor por Juno – um pouco mais em uma sucessão não declarada para as dores. Tully, uma dramatização incomum para ela, traz uma história inexata dos comprimentos citados, enquanto transmite uma trama fina e exata sobre as dificuldades da paternidade.

Em Long Dirigido por Jason Reitman, Charlize Theron interpreta Marlo, uma mãe de dois filhos que está grávida de um terceiro bebê. Seu filho mais estabelecido tem problemas de conduta e um padrão que requer consideração exclusiva da mãe. Após a introdução da perseguição, Marlo quase cai da falta de sono e é apresentado por seu irmão Craig (Mark Duplass) com uma pequena noite, que acaba encarregado de lidar com a criança. Tully, uma personagem de Mackenzie Davis, é uma jovem de 20 e poucos anos que vai trabalhar. Não obstante a comunhão entre eles, Tully é, por todos os relatos, pronto para apaziguar tudo o que está ocorrendo na vida familiar e na idade de Marlo como “guarda-costas celestial”.

Cody trazendo um elogio que influencia o observador a se relacionar com o enredo e as dificuldades da vida adulta, independentemente de ele não ter filhos. É que ela, se aproxima de desequilíbrio químico como o filho mais velho de Marlo, a falta de envolvimento de seu outro significativo Drew (Ron Livingston) para a consideração da família, como os desafios incríveis de baby blues para senhoras e as acusações da sociedade coordenar efeito em nosso bem-estar emocional.

Reitman, que também coordenou Teresa em Jovens Adultos, transmite cenas muito coordenadas, em sua maior parte na sequência de uma noite de trabalho, trazendo um estado de espírito desanimador, desesperado e mudando-os como agradável para a cena bonita e feliz quando o Mar experimenta ver de novo parte da vida. É um pouco pelos episódios emocionais do personagem.

A artista executante, então, novamente, aplica um trabalho louvável como uma mãe nervosa para ajudar e em uma tela é clara a quantidade que ela transmite para estrelar no longo, já que em reuniões, quilos ela ganhou e toda a carga entusiasta que o filme traz. Da mesma forma, Davis entrega o trabalho de babá e faz o filme parecer mais leve do que realmente é, com os engraçados e sensíveis, para se destacar do show de Marlo. Todo o adolescente e mística da vocação faz o ponto focal da trama, já que você pode esclarecer isso.

Com uma curva tangível, Cody e Reitman trazem o que é grosso, inteligente e encantador, reafirmando o quanto eles cooperam. Com pistas de desvio acentuado, eles podem ser utilizados como uma placa de som e outro como roteirista. Além do mais, para Juno, de Ellen Page e Maeron, de Theron, em Jovens Adultos, uma combinação de Marlo que é uma fenda da impressão de um adolescente que tem os problemas, é uma abordagem confiável para se reavaliar.

Crítica do Filme FERRUGEM – Avaliação

Os jovens são normalmente sensacionais, no entanto, isso não significa que seus shows não sejam genuínos. Em Rust, outro elemento de Aly Muritiba (A Minha Amada Morte), um dia a dia como disparar a própria existência com o telefone acaba rendendo ramificações para uma jovem que antes era dominante e certa, uma criança independente e transbordante com problemas familiares e toda a rede escolar em torno deles.

Tudo começa quando Tati (Tifanny Dopke), René (Giovanni De Lorenzi) e seus colegas de escola viajam para um aquário. Lá, os dois começam a ser incluídos, no entanto, ela entende que perdeu seu telefone celular e que o clima é prejudicado por uma busca agregada, sem progresso. No dia seguinte, tudo é extraordinário. Um vídeo privado, que estava naquele gadget, foi encontrado e espalhado para toda a escola.

De repente, para Tati, o mundo que ela adorava se transformou em um ponto ameaçador. Em classe, os indivíduos que eram seus companheiros a ridicularizam. Nos corredores, indivíduos obscuros riem e lançam olhos fedidos. De fato, até mesmo a segurança da escola parece ter visto as fotos e, mais terrivelmente, as preferido. Parece que a maneira que um dia descobriu (não importa se para um namorado) deu a outro homem o privilégio de tomar um pouco disso. De vez em quando, talvez ela não seja mais um homem. Parece que ela é um sonho sexual. Uma piada. Uma imagem. Nada.

O filme isola essa história em duas seções, tentando resolver o problema com olhos diferentes – para essa situação, a de Renet. O segmento inicial demonstra a perspectiva de Tati e o segundo, com essa criança pacífica que está gradualmente começando a parecer estrelada para ela, mas é atingida por esse deslizamento de ocasiões e, sem ninguém para conversar, perde terreno.

A questão é que Renet é um personagem conflitante: nós sabemos o mínimo sobre ele e o que sabemos não nos persuade de que ele faria os movimentos que ele faz. Nós não reconhecemos o que ele sente sobre vídeo, associação, escola, indignação, ele mesmo; e sem tudo isso, é difícil investir em suas atividades. Tudo o que sabemos é o que ele considera seus pais – que estão isolados e em um estágio problemático -, mas isso acaba servindo mais como diversão do que como construir o personagem. Tudo considerado, esta história não é em torno de um garoto abandonado.

O contrário permanece constante para Tati: sua associação removida com o pessoal dela fortalece a reclusão que ela sente sobre o mundo neste momento específico. Conversar com eles nem é uma escolha, já que ela teme um julgamento consideravelmente mais digno de nota, e o divisor que ela cria em casa é o equivalente a qualquer adolescente, egocêntrico e não equipado para relativizar seus problemas. (É até o equivalente que Renet monta e possui toda a segunda parte.)

Em toda a atualidade, o filme, apesar de tender a um tópico vital, negligencia os vários problemas que o acompanham e, nessa aspiração, acaba perdendo o efeito. Há um toque de tudo e uma grande quantidade de nada, e o observador não percebe onde procurar. Apesar da chegada do vídeo, temos no enredo um companheiro que mantém uma relação aparentemente dura. Um casamento fracassado onde a dama precisava entregar sua vida para lidar com seus filhos. Nós temos um pai não confiável. Tormentando. Machismo aberto. Uma irmã mais jovem que assiste tudo. Propriedade de uma arma. Uma escola que enfatiza a proibição de PDAs ainda não conversando com a pessoa em questão. Guardiões ricos e ampliados. Pedofilia Temos tudo, tudo, simplesmente não temos interesse central.

Então, novamente, o filme chega a um ponto em que muitos outros efetivamente cometeram um erro: seu universo é excepcionalmente prático, tanto nas trocas entre os alunos quanto na representação dessa perspectiva jovem e terrível. Resistir é genuíno. Você pode sentir a vitalidade da sala de aula, a transpiração na quadra, o choro no chuveiro. O que não parece ser genuíno é um pequeno detalhe: o vazamento de vídeo. Qual foi a inspiração? Uma piada? Uma represália? Uma demonstração imprudente? Crédulo? Em qualquer caso, supérfluo, ele positivamente não deveria ficar fora de vista.

A Ferrugem foi a campeã extraordinária do Festival de Gramado com as honras de Melhor Filme, Roteiro e Sound Design. Será lançado em 30 de agosto nos cinemas.

Crítica do Filme JURASSIC WORLD: REINO AMEAÇADO – Avaliação

Jurassic Park me deixou intrigado com o filme como um tyke. O filme principal eu fui para a sala de projeção e, a partir daí, nunca parei. Todas as coisas sendo iguais, dissecar este estabelecimento é continuamente algo excepcionalmente confuso para mim, culpa da associação apaixonada com o tópico, com a trilha, com os dinossauros e assim por diante. Eu não posso detestar os filmes extremamente horríveis no arranjo.

Tudo considerado, não é excessivamente problemático, tornando impossível quebrar que este arranjo funciona superior ao Jurassic World primário. Além do fato de que mostra uma história única na verdade, em contraste com a repetição da obra de arte, mas além disso, é equipado para ser um desastre adorável, uma experiência revigorante e um medo gótico capaz (razoável para crianças) . Além disso, essas progressões de tom estão legitimadas pela conta.

Na trama, três anos se passaram após a pulverização do centro de recreação. A ilha de Nubar será devastada por sua fonte de magma líquido, que já foi letárgica, e isso por meio do descarte dos dinossauros da essência da Terra. Olhou com esta situação, Claire e Owen precisam poupar o número de espécies que poderiam ser esperadas nas circunstâncias e localizar outra casa para essas criaturas, no entanto, nada é tão simples, obviamente.

J.A. Bayonne aparece como o chefe ideal do filme, afinal ele consegue administrar uma devastação expansiva em escala e incitar os nervos de forma proficiente. Você pode ver semelhanças com seus comprimentos anteriores, por exemplo, O Impossível e O Orfanato. Seja um dinossauro atacando uma fortificação iluminada por magma ou pânico em uma casa gótica requintada, a longa supera a oportunidade de se engajar e descobrir como mudar bem a atividade e a antecipação.

Obviamente, ter dinossauros na tela ajuda muito e garante os melhores instantâneos da peça, mas a conexão frágil ainda é gente. Claire, Bryce Dallas Howard e Owen, de Chris Pratt, ainda são superficiais e estão comprometidos com um relacionamento avassalador para o observador. Também que os canalhas são miseráveis. Ou seja, nada é tão intrigante quanto o parentesco de Blue e Owen. Isso é um par de consideração. O próprio personagem de Pratt se desenvolve quando Raptor está em cena.

Além disso intrigante é a medida de impactos úteis presentes no filme, em uma notável mistura de CGI e situações e bonecos, o que nos leva de volta ao grande de 1993, e torna os dinossauros muito mais práticos e nos fazem adorar significativamente mais Azul, particularmente no meio deles. cenas mais emocionais. Também que o flashback de Owen e Baby Blue são absurdamente adoráveis.

Como The Last Jedi, Jurassic World: Inesperadamente, muda o universo dos dinossauros de Spielberg do nada, joga com nossos desejos e abre resultados inimagináveis ​​em potencial de futuros enredos, com histórias progressivamente únicas, sem depender de uma quantidade tão grande em parques e ilhas. Apesar do fato de que a chegada de Jeff Goldblum é pequena, é vital para esclarecer o novo caminho do estabelecimento e preenche como um mistério para o elemento seguinte. Também fortalece a melancolia de fãs mais experientes.

Acima de tudo: é um filme divertido, com dinossauros bem-feitos envolvidos por uma experiência leve com o rosto de Spielberg. É ideal para levar acompanhantes, comer pipoca, gritar com satisfação, com pavor, sem deixar o charme de lado. Na chance que você amou Jurassic Park ou Jurassic World, você vai apreciar Kingdom Threatened.