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A história do cinema no Brasil começa a muito mais tempo do que você imagina, até mesmo antes dos anos 90.

Falando mais precisamente, tudo começou em julho de 1896 após a primeira exibição de cinema no país, sendo na grande cidade do Rio de Janeiro. O filme escolhido foi dos irmãos Lumière, chamado de “Saída dos Trabalhadores da Fábrica Lumière”.

Dentro do mundo do cinema, não tem como não lembrar dos irmãos Lumiére dentro da criação do conceito e aplicação da obra.

Cinema brasileiro em ação

Sua origem foi, teoricamente, em 1887 após a exibição do primeiro filme em nosso país. Tudo isso foi possível graças ao esforço dos irmãos italianos Paschoal Affonso e Segredo, não existindo em momento algum de colocar seus objetivos em prática.

Estes dois foram os primeiros no Brasil a utilizar a sétima arte, sendo considerados os primeiros cineastas de todo nosso país. Eles até conseguiram gravar a Baía de Guanabara em 1898. Incrível, não é?

Logo no próximo ano, Segreto conseguiu realizar uma grande filmagem na cidade de São Paulo durante a celebração da unificação da Itália. Porém, foi somente depois que nossa querida cidade de São Paulo conseguiu ter a sua primeira sala de cinema oficializada no Brasil junto ao Italiano Vitor di Maio.

Logo de começo, alguns problemas foram surgindo gradativamente durante a produção do cinema em nosso país: um deles, por exemplo, foi a constante falta de eletricidade, sendo resolvida somente anos depois da implantação da Usina Ribeirão de Lages no Rio de Janeiro. Foi somente depois deste acontecimento que os números das salas conseguiram crescer muito dentro da cidade. Para você ter uma ideia, foram feitas mais de vinte salas de exibição.

Cenário de cinema no Brasil

Infelizmente, principalmente no Brasil, o cinema é um pouco subestimado.

Tudo que vem fora de Hollywood é visto com olhos tortos, uma vez que tais trabalhos não garantem a qualidade necessária para serem divulgados.

O Brasil tem ótimos filmes e, com toda a certeza, chegaremos no topo.

Engana-se fortemente quem pensa que escrever uma aventura é tarefa fácil.

Na grande verdade? Escrever uma boa história com aventura e emoção vai demandar uma quantidade grande de cenários, situações e personagens diversificados e bem aproveitados.

Hoje em dia, pelo menos, existe um esforço considerável dentro dos romances épicos para conseguir transportar seus respectivos leitores para outra épocas, reinos e outras terras.

Felizmente, existe uma grande quantidade de livros de aventura disponíveis no mercado. Porém, grande parte deles desejam a desejar em alguns quesitos importantes na narrativa. Caso você realmente esteja interessado em escrever uma boa história de aventura, tente prestar atenção em todos os pontos que serão abordados neste artigo.

Como escrever uma história de aventura

Como escrever um livro ou roteiro de cinema

Para começar, imagine que a imagem do herói e vilão é o principal ponto em todas as histórias de aventura.

Este tipo de romance vai exigir que o herói tenha alguns atributos gradativos durante sua jornada, tais como:

  •         Nobreza (dependendo da história);
  •         Inteligência;
  •         Caráter (inicial ou construído);
  •         Força.

Tudo isso vai significar que o herói necessita destas características, podendo ser alcançadas ou já iniciadas dependendo da narrativa. Para você conseguir aproximar todos os seus leitores, por exemplo, o herói vai precisar ter um tipo de ausência de alguma características.

- Ué, mas o personagem principal precisa ter deficiências?

CLARO QUE PRECISA!

Seu herói precisa ter defeitos, aproximando-o do “real”. Quer um exemplo? Vamos pegar uma obra que é utilizada até hoje entre os jovens de todas as idades: a Caverna do Dragão (Dungeons and Dragons).

Na história, existem alguns jovens que foram transportados para uma realidade/dimensão alternativa, tendo que lutar contra monstros e passar por diversas aventuras para conseguirem voltar para o mundo real.

Se todos os jovens fossem heróis perfeitos, por exemplo, não seria tão difícil. No entanto, todos eles possuem uma série de defeitos, resultando na união e aprendizado gradativo para conseguir superar todas as suas dificuldades. Tudo isso acaba unindo os leitores para a obra, gerando sempre mais interesse.

Nunca se esqueça que seu herói sempre vai precisar de um vilão para lutar. Com isso, seguindo o mesmo tipo de raciocínio, tente também estabelecer características para os seus vilões, aproximando-os ainda mais dos leitores. Pense que cada aventura vai exigir alguns cenários que sejam impactantes, gerando sempre desafios. Por conta disso, tente colocar um agrupamento de vilões para serem desenvolvidos gradativamente.

O que é Enredo e Estrutura?

Sua narrativa de aventura tanto para a leitura comum quanto para adaptação cinematográfica deverá ser sempre muito bem amarrada e isenta de furos.

Pense que, quando a jornada começar, seu herói deverá passar por diversos eventos que vão conduzi-lo para um agitado e empolgante final, devendo estar interlgado com eventos passados de alguma maneira. Além disso, deverá haver um tipo de lógica dentro dos seus acontecimentos junto a dramas que aumentem ainda mais as tensões atuais. Quer uma dica? Coloquem personagens tendo uma série de atitudes emocionais.

Quanto sua obra ainda está no período de construção da história, seus personagens deverão levar sempre em consideração os pontos mais racionais.

Considerando mais os livros que sejam mais focados em ações, é interessante desenvolver um esboço de estrutura que seja mais completa e que decorra durante algumas passagens. Para isso, definir uma sequência onde os heróis vão ter a ganhar e a perder torna-se essencial para guiar os eventos para algo ainda mais impactante. No entanto, evite criar situações de perigo onde prejudiquem, sem nenhum tipo de volta ou com possibilidade de furo, seu personagens principal. Não se esqueça que ele sempre deverá se livrar das situações da maneira mais plausível possível de acordo com a estrutura de mundo que criou para o mesmo.

Fuja sempre dos clichês

Sempre que você for escrever um livro, um roteiro ou qualquer outro tipo de ensejo que envolva a linha de aventura, é sempre muito importante não cair no problema de repetir diversos clichês que os livros, desde os tempos mais primórdios, acabam por cair. Muitas destas obras, por exemplo, já foram colocadas várias vezes em livros, cinemas e TV, dando bastante dor de cabeça para as pessoas que já não aguentavam mais estes projetos.

Tente sempre surpreender seus leitores na conclusão de algum capítulo, estimulando a curiosidade e atenção para tudo que ainda está por vir.