As filmagens da sequência de Sob Paris foram iniciadas recentemente na região sul da França, marcando o retorno das gravações após o sucesso do primeiro filme. Os atores Bérénice Bejo e Nassim Lyes reaparecem nas telas, continuando com seus personagens que conquistaram o público na produção original.
Além disso, o elenco foi ampliado com nomes como Guillaume Gouix, Phillippe Bas, Manon Bresch e Anne Marivin, que trazem novas dinâmicas para a trama. A direção ficou a cargo de Alexandre Aja, que substitui Xavier Gens, diretor do longa anterior. Contudo, Gens segue envolvido no projeto exercendo a função de co-roteirista e produtor associado, contribuindo para a continuidade da narrativa.
O roteiro dessa sequência foi cuidadosamente adaptado por Alexandre Aja, em parceria com Gregory Levasseur, garantindo a manutenção do tom e da tensão que marcaram o original. A produção está sob a responsabilidade de Vincent Roget, que coordena todos os aspectos para que o filme mantenha o padrão de qualidade esperado. Segundo o site oficial da Max, o lançamento está previsto para breve, prometendo uma experiência intensa para os fãs do gênero.
Contexto e impacto do filme Sob Paris
A sequência de Sob Paris retorna ao cenário parisiense três anos após o caos causado pelos tubarões mutantes no Rio Sena. Nesta nova etapa, acompanhamos Sophia e Adil em sua missão para encontrar Lilith, o tubarão original que ainda representa uma grande ameaça nas águas da cidade inundada. O primeiro filme mostrou como uma competição esportiva em Paris, um triatlo, terminou em um desastre quando as criaturas foram reveladas, provocando uma enchente que tomou conta do centro histórico.
Desde sua estreia em 2024, Sob Paris conquistou o público da Netflix, tornando-se o filme francês com maior número de visualizações na plataforma, acumulando mais de 102 milhões de reproduções. Além disso, ele figura como o segundo título mais assistido que não possui o inglês como idioma principal, estratégia que ampliou seu alcance global. Apesar de sua popularidade, a produção enfrentou rejeições iniciais de financiadores e estúdios franceses, o que não impediu seu sucesso posterior. A crítica especializada relembrou a atmosfera tensa e claustrofóbica do longa, comparando-o positivamente ao clássico Tubarão, conforme análise publicada pela Variety.







